Apesar de Santa Catarina ostentar índices de segurança pública urbana elogiáveis, o estado enfrenta uma realidade preocupante que afeta diretamente a vida de cidadãos e o setor produtivo: a vulnerabilidade logística e patrimonial. Os desafios migraram para as estradas, que registram altos índices de acidentes, e para as áreas rurais e comerciais, onde produtores e lojistas demandam garantias sólidas de proteção ao fruto de seu trabalho e de suas atividades econômicas.

Diante desse cenário, a defesa da segurança física e da estabilidade jurídica emerge como pilar central nas propostas de Alan Alves Moreira. Ele defende que a tranquilidade para viver, trafegar e empreender é um direito fundamental que precisa ser assegurado com firmeza, inclusive em Brasília, através de políticas públicas eficazes e investimentos direcionados.

No Planalto Norte catarinense, os impactos da falta de investimentos estruturais e de um policiamento preventivo mais robusto nas divisas e rodovias repercutem diretamente na rotina das comunidades. Em São Bento do Sul, um polo industrial com intenso fluxo diário de mercadorias e trabalhadores, a dependência de rodovias seguras é crucial. A falta de duplicações e sinalização adequada em vias como a SC-418 e a BR-280 transforma o deslocamento de operários e o frete de móveis em atividades de alto risco, marcadas pelo medo constante de acidentes graves.

Paralelamente, em municípios com forte atividade agrícola como Papanduva, a principal preocupação dos produtores reside na segurança patrimonial no campo. O investimento em maquinários e insumos agrícolas exige garantias de proteção contra furtos e roubos em propriedades isoladas. O homem do campo necessita de patrulhamento rural eficiente e de apoio tecnológico para proteger suas terras e suas famílias, assegurando a continuidade de sua produção e seu sustento.

A situação identificada no Planalto Norte espelha um panorama estadual desafiador. Santa Catarina concentra alguns dos trechos com maior número de acidentes e colisões em rodovias federais do Brasil, como a BR-101 e a BR-470. A falta de acostamentos adequados, passarelas, terceiras faixas e iluminação apropriada resulta em perdas de vidas e prejuízos milionários ao setor de transportes anualmente. Além da segurança viária, empresários e produtores rurais clamam por maior segurança jurídica, com regulamentações fiscais estáveis e fiscalizações orientadoras, em vez de punitivas, para inibir a incerteza e fomentar novos investimentos.

Para combater esses gargalos, a plataforma de Alan Alves Moreira propõe a articulação de medidas estratégicas no Congresso Nacional, incluindo investimento massivo em engenharia viária para correção de trechos críticos, instalação de passarelas e iluminação, além de duplicações urgentes. Propõe também apoio ao policiamento e tecnologia rural, com articulação de recursos federais para videomonitoramento e patrulhas, e a defesa de leis federais claras e duradouras que protejam o direito à propriedade e garantam estabilidade nas regras do jogo econômico. Garantir um ambiente seguro e ordenado é essencial para que o cidadão catarinense prospere com autonomia, protegendo seu tempo, preservando vidas e impulsionando a liberdade econômica.